28 de dez. de 2010
16 de dez. de 2010
Composições Inéditas:
* Estas quatro composições, inéditas no Brasil, foram gravadas este ano nos EUA , pelo companheiro americano de Raul , Jay Vaquer, no CD de título Relembrando Raulzito.
Tony e Frankie(Raul Seixas/Jay Vaquer)
Por favor me dá carona nesse caminhão
( 4 vezes )
Eu fico sempre aqui parado
Nunca faço nada pra me adiantar
Agora vai ser diferente , vou seguir em frente
Sem me preocupar
Já passa das cinco da tarde
Vou me iluminar se eu vou ficar aqui
E antes que o galo cante que o sol levante
Eu tenho que seguir
Não fico mais aqui , seu moço
Por favor me dá um carona nesse caminhão
( 4 vezes ).
Sem você(Raul Seixas/Jay Vaquer)
Jamais estive tão seguro de mim mesmo
quando escolhi a letra certa do grande amor
não é possível que meu coração me engane
o que ele sente é positivamente amor
Into é inveja , fruto vindo de infortúnio
de infelizes que o amor não conheceu
Se Deus quisesse que esse ciúme me deixasse
não teria indicado com um presente seu
Uma paixão pode ser vista pelos olhos
daquele alguém que traz um brilho interior
o nosso amor se corresponde muito atualmente
nós somos surdos para o falso relator
que não dá margem para o nosso amor morrer
se desse ouvidos olha só a maldade vinha
minah vida ao invés de cheia era vazia sem você
Escravos da Terra(Raul Seixas/Jay Vaquer)
A Terra deu tudo para o homem
água limpa , ar puro e alimentação
e chuvas que molhavam qualquer plantação
o mundo inteiro vivia em harmonia
a natureza perfeita, dia após dia
pintou o homem com o fogo na mão
criou carros , represas e armas de destruição
lá foi o ar e a água, contaminação
A Terra sabia transar com o homem
e agora os homens só podem ser
Escravos da Terra
para sobreviver
escravos da Terra
senão a terra vai botar pra foder
What Child is This(Raul Seixas/Jay Vaquer)
I fear that mouth smiling ,
Those empty eyes beguiling ,
I fear the vampire from the abyss.
That Shiva-Blue goat's face
Wrapped in Hell's Smoke's embrace
Brings me sun wine in just one kiss.
Waning moon on the mountain,
Blood and night in life's fountain,
Oh! Those shadows that stir!...
Poison stifling my soul ,
Bitter black cup of woe,
Frankincense, gold and myrrh!...
Killer sosubtle and bloody,
Rood cross gore smeared and muddy
Death-dealing breath oh newborn child!
Crowing the new dawn blameless ,
Voice crying lonely in the wild!...
Poema Inédito (sem título)
de Raul Seixas, escrito entre 1968 e 1969.
Já não importa
a falta
já não importa
a porta
já não importa
a comporta
que segura sua ira
o comportamento lamento lento
do apartamento morto
sem janelas
já não importa
a horta da hortelã
a escada de incêndio
do meu peito em chamas
já não importa
a infância fechada
a ferida aberta
que nunca cicatriza
a brase acesa do cigarro aceso
queimando eternamente
a minha carne
mas ainda assim...
já não importa
já não importa
a presença
a sentença
o que me importa
é esse não me importar constante
a estante
o instante
o segundo/ o primeiro
quero ser o último da sala
de jantar
o último da fila da repartição
o último a morder o pão
e o primeiro a morder sua bochecha
chocha cheia de fumaça
verde pálido
mas mesmo assim
já não interessa
a pressa
não importa
o salário
o mendigo morto
a baba , afogado no mar de merda
já não importa a falta que o travesseiro me faz
já não me importa sua cara de bronze
seu cu fedorento
que peida escondido
a careta que eu faço no espelho
já não tem graça nenhuma
não importa o que eu quero
é estar presente
no dia e na hora
no minuto e no segundo
e no lugar que eu peidar em sua presença.
Raul Seixas Por ele mesmo:
Eu sempre quis ser cantor, de rock. Foi a única música que me influenciou. Antes disso minha inclinação era a literatura. Estuva muito filosofia, literatura, e não tinha tempo para cantar profissionalmente; nunca havia pensado que a música poderia ser um veículo importantíssimo para dizer o que eu queria. Quando tomei conciência disso foi ótimo. Gosto de falar de mim. Sou individualista.
O rock é o melhor ritmo para gente dizer uma porção de coisas.
Daí eu juntei Luiz Gonzaga e Elvis. Eu não fiz um ritmo "Rock-baião". Isso foi informação musical. Aconteceu.
Em 57 eu já cantava no rádio junto com Waldir Serrão.
O som Let me Sing é de 56; apesar de parecer uma gozação eu acho esta música seríssima. é apenas o ínicio de um trabalho muito grande que eu pretendo desenvolver degrau por degrau.
Não tenho estilo, eu tenho é muita coisa para dizer. E digo.
Eu creio na abertura mental que vem por aí. Até então as portas estavam fechadas. Devagar eles vão se abrindo e nunca mais, nunca mais se fecharão.
Esse será o grande dia!
O princípio da aventura fantástica!"
Hobby: colecionar discos antigos.
Prazeres: cinema e leitura (leio muito).
Atividades anteriores: professor de inglês, estudante de direito, cantor e lider de conjunto.
Hoje: produtor de discos , cantor e compositor, escrevo p/ revista 2001.
Personalidade: impossível de definir com palavras. Sou um monte de coisas, partículas que juntas formam RAUL SEIXAS. Mas onde realmente estou?? No hipocondríaco? No compositor popular? no estudio? no poeta surrealista?? No esteta ou no cantor de rock? no agnóstico? Sei lá, é dificil dizer assim...
Religião: "Deus é o que me falta para compreender o que eu não compreendo".
Literatura: surrealismo.
Pintura: Dalí.
Música: as que me agradam. Acho o rock melhor para dizer o que eu sinto.
Hippies: inércia. Gimme Shelter.
Desejo: ser eterno.
Política: não acredito em verdades absulutas.
Maravilha: a máquina/o universo.
Cor: não importa.
A Palavra: causadora de tantos males.
Do que você gosta? Não sei; é mais facíl dizer do que eu não gosto.
Você escova os dentes todos os dias? Sim.
Quantas vezês? Três.
Qual pasta que você usa? Uma porção delas.
Que que você mais gosta na TV? A idéia do invento. É incrível a gente ver as pessoas dentro da tela , sabe? Até hoje eu me intusiasmo com isso.
Que acha sobre o certro e o errado? Essa foi a melhor pergunta até agora, mas eu não sei nada sobre este assunto.
Diga uma palavra que você tem birra. Birra.
A vida: um jogo.
Livro do momento: O Despertar dos Mágicos.
Artista brasileiro: Ady Cooper. (o cara é fantástico.)
Artista estrangeiro: Lennon , Zappa , Dylan, Presley (nos anos 50).
Adágio na sua parede: "Que o mel é doce é coisa que me nego afirmar , mas qye parece doce , afirmo plenamente".
Desejo: Publicar meus escritos.
Outro: Pegar um disco voador e ir embora.
E enquanto o disco não vem?? Eu continuo a fazer careta no espelho.
O que você prega? Pregos (muito mau).
"Nasci em 45 , no final da guerra, portanto minha juventude foi uma juventude pós-guerra. necessariamente. Comei a usar cabelo do James Dean , blusão de couro e a beber cuba-libre, o que espantava meus pais burgueses de classe média: "Um menino que teve tudo , nasceu em berço de ouro, mimado , por que age assim!?" , meus pais se indagavam."
8 de dez. de 2010
19 de nov. de 2010
12 de nov. de 2010
Paranóia 8)
Essa é uma piada interna em homenagem aos fãs do Raul!
A maioria vai falar “What the fuck?!?”
Para entender a tira clique aqui e ouça a musica “Paranóia”>
http://www.youtube.com/watch?v=DNhZ4HvCrA8

Fonte
A maioria vai falar “What the fuck?!?”
Para entender a tira clique aqui e ouça a musica “Paranóia”>
http://www.youtube.com/watch?v=DNhZ4HvCrA8
Fonte
5 de out. de 2010
Há 21 anos morria o cantor Raul Seixas
O Maluco Beleza deixou um legado semelhante ao de Elvis Presley.
Documentário sobre o roqueiro baiano deve ser lançado ainda em 2010.
Os biógrafos costumam dizer que Raul Seixas levou o rock às últimas consequências. Nos últimos anos de sua vida, mesmo sofrendo de pancreatite, ele não se afastou do consumo exagerado de drogas e álcool. A doença levou à morte o Maluco Beleza aos 44 anos, no dia 21 de agosto de 1989.
Para eles, a decadência perante o público, os problemas com empresários e gravadoras são menores diante da sua relevância artística. Passados 21 anos, seus principais hits são conhecidos do grande público.
O interesse pela obra de Raulzito reacende em novas gerações de fãs, que fazem questão de soltar a voz com o grito “Toca Raul”. Ainda hoje é possível ouvir o jargão em bares, pistas de dança e shows de rock.
Um dos legados do roqueiro é parecido com o fenômeno que acontece com o "Rei do Rock" Elvis Presley: inúmeros sósias fazem questão de se vestir de forma idêntica a Raul e atuar fazendo covers do cantor. A sua confirmação, como mito do rock nacional, é frequente em homenagens no teatro, na TV, nas biografias e relançamentos de álbuns.
A admiração pelo “Maluco Beleza” ultrapassa o rock. Chitãzinho e Xororó, Maria Bethânia, Milionário e Zé Rico e Elba Ramalho já regravaram composições do baiano.
Documentário é aguardado para 2010
O longa-metragem dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel promete estrear nas telas ainda em 2010, trazendo depoimentos de parentes, amigos e antigos parceiros, como o escritor e letrista Paulo Coelho, que trabalhou com Raul na composição de músicas que fizeram parte da fase mais conhecida da carreira do roqueiro.
Em 2009, um trecho do filme foi exibido durante o Festival do Rio. O teaser mostrava o cantor se dizendo apaixonado por cinema. "Espero acabar em Hollywood”, brincava, irônico, afirmando ser um ator que fingia ser cantor.
Sua interpretação é lembrada graças a videoclipes para o Fantástico, nos quais Raul extravasava sua criação. As perfomances são destacadas pelos cenários em chroma key e pela produção, como as dançarinas presentes em "Sociedade Alternativa" - um dos primeiros clipes musicais feito a cores no Brasil, exibido em 1974.
30 de set. de 2010
Livro - "Raul Seixas - Metamorfose Ambulante"
Entre as dezenas de homenagens nos 20 anos de morte do cantor e compositor Raul Seixas, será lançado o livro "Raul Seixas-Metamorfose ambulante", escrito por Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza, com coordenação de Sylvio Passos, presidente do fã-clube do cantor.
O livro mostra um Raul que os fãs não conheceram. Seu fascínio por filosofia e a inspiração para músicas que revolucionaram o rock nacional, e a criação do "Maluco Beleza", reverenciado por antigos e novos admiradores de sua genialidade.
Sylvio Passos, que conviveu nove anos com Raul Seixas, comenta: "Nesse livro vamos ver que Raul conseguiu passar conceitos de filósofos, de Platão a Sartre, tendo obsessão pelo niilista alemão Arthur Schopenhauer e o hermético Crowley".
Até o final do mês estará nas bancas de todo o Brasil, o livro de revelações bombásticas: a relação de Raul com a filosofia (Schopenhauer, Crowley, Sartre etc), com os parceiros (Paulo, Cláudio, Motta etc), os assuntos que moveram a imprensa (disco voador, drogas, Jerry Lee, John Lennon etc), a ligação com a família e até com o capeta!
O livro traz como brinde o CD Alquimia, com 14 músicas da cantora portuguesa Carina Freitas, psiquiatra de adolescentes, que se apaixonou pelas letras e pelo som de Raul Seixas. Gravou "Canção para minha morte", escreveu "Alquimia, segredo guardado" em homenagem ao Raul, e a música se tornou tema de novela em Portugal.
Algumas revelações do livro:
- A metamorfose ocorre com a leitura do filósofo niilista Schopenhauer.
- Em 1968 citou Schopenhauer na composição Trem 103: Consciente de voltar por onde vim. O trem, a composição, veículo da morte-renascimento, torna-se presença constante na sua obra. Aparece com destaque em 1973 (A hora do trem passar) e em 1974 (Trem das sete). Em 1989, ano de sua morte, Raul expressou o desejo de mudar a direção do trem (Carpinteiro do universo).
- Em alguns momentos citou Protágoras, Sócrates, Platão, Sartre, mas suas principais fontes foram o hermético Crowley e o pessimista Schopenhauer.
- De Crowley, Raul abstraiu a proposta místico-liberal. Levou-a ao público a partir de 1974 como Sociedade Alternativa. Mesmo sem a benção da censura, recitava os versos da Lei de Thelema ou Lei da Vontade (de Crowley e Schopenhauer) em meio ao refrão da Sociedade.
- Mosca na sopa é Schopenhauer (Se a mosca, que agora zumbe em torno de mim, morre à noite, e na primavera zumbe outra mosca nascida do seu ovo, isso é em si a mesma coisa), mas para não deixar dúvida sobre sua fonte mais rica, em 1983 pegou do filósofo um trecho do capítulo Morte - do livro Dores do Mundo - para usar em Nuit: (Quão longa é a noite do tempo sem limites, comparada ao curto sonho da vida).
FICHA TÉCNICA
Livro - "Raul Seixas - Metamorfose Ambulante"
Autores - Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza
Coordenação - Sylvio Passos
Brinde - CD Alquimia de Carina Freitas (Funchal - Ilha da Madeira)
Editora: B&A
Páginas: 260
Preço: RS 29,90
Venda: banca de jornal
CAPA
O livro mostra um Raul que os fãs não conheceram. Seu fascínio por filosofia e a inspiração para músicas que revolucionaram o rock nacional, e a criação do "Maluco Beleza", reverenciado por antigos e novos admiradores de sua genialidade.
Sylvio Passos, que conviveu nove anos com Raul Seixas, comenta: "Nesse livro vamos ver que Raul conseguiu passar conceitos de filósofos, de Platão a Sartre, tendo obsessão pelo niilista alemão Arthur Schopenhauer e o hermético Crowley".
Até o final do mês estará nas bancas de todo o Brasil, o livro de revelações bombásticas: a relação de Raul com a filosofia (Schopenhauer, Crowley, Sartre etc), com os parceiros (Paulo, Cláudio, Motta etc), os assuntos que moveram a imprensa (disco voador, drogas, Jerry Lee, John Lennon etc), a ligação com a família e até com o capeta!
O livro traz como brinde o CD Alquimia, com 14 músicas da cantora portuguesa Carina Freitas, psiquiatra de adolescentes, que se apaixonou pelas letras e pelo som de Raul Seixas. Gravou "Canção para minha morte", escreveu "Alquimia, segredo guardado" em homenagem ao Raul, e a música se tornou tema de novela em Portugal.
Algumas revelações do livro:
- A metamorfose ocorre com a leitura do filósofo niilista Schopenhauer.
- Em 1968 citou Schopenhauer na composição Trem 103: Consciente de voltar por onde vim. O trem, a composição, veículo da morte-renascimento, torna-se presença constante na sua obra. Aparece com destaque em 1973 (A hora do trem passar) e em 1974 (Trem das sete). Em 1989, ano de sua morte, Raul expressou o desejo de mudar a direção do trem (Carpinteiro do universo).
- Em alguns momentos citou Protágoras, Sócrates, Platão, Sartre, mas suas principais fontes foram o hermético Crowley e o pessimista Schopenhauer.
- De Crowley, Raul abstraiu a proposta místico-liberal. Levou-a ao público a partir de 1974 como Sociedade Alternativa. Mesmo sem a benção da censura, recitava os versos da Lei de Thelema ou Lei da Vontade (de Crowley e Schopenhauer) em meio ao refrão da Sociedade.
- Mosca na sopa é Schopenhauer (Se a mosca, que agora zumbe em torno de mim, morre à noite, e na primavera zumbe outra mosca nascida do seu ovo, isso é em si a mesma coisa), mas para não deixar dúvida sobre sua fonte mais rica, em 1983 pegou do filósofo um trecho do capítulo Morte - do livro Dores do Mundo - para usar em Nuit: (Quão longa é a noite do tempo sem limites, comparada ao curto sonho da vida).
FICHA TÉCNICA
Livro - "Raul Seixas - Metamorfose Ambulante"
Autores - Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza
Coordenação - Sylvio Passos
Brinde - CD Alquimia de Carina Freitas (Funchal - Ilha da Madeira)
Editora: B&A
Páginas: 260
Preço: RS 29,90
Venda: banca de jornal
CAPA
27 de set. de 2010
Filme: Raul - O Início, o Fim e o Meio
Raul Seixas - O Início, o Fim e o Meio é um filme brasileiro de 2010 dirigido por Walter Carvalho e produção de Denis Feijão, com roteiro de Leonardo Gudel baseado na vida e obra do cantor Raul Seixas.
A estreia está prevista para 2010.
A estreia está prevista para 2010.
Sinopse
Documentário sobre vida e obra do maior ícone do rock brasileiro, desvendando suas diversas facetas, suas parcerias com Paulo Coelho, seus casamentos e seus fãs, que ele continua a mobilizar 20 anos depois de sua morte.
Cartaz do filme
26 de set. de 2010
Produção exibida pelo canal STV antecipa os 60 anos que o músico completaria em junho, com declarações de amigos e de sua esposa Kika Seixas
“Sou do ano em que soltaram a bomba atômica”, dizia Raul quando
perguntavam sua data de nascimento (28/6/45)
Próximo aos 60 anos que Raul Seixas completaria, a STV – Rede SescSenac de Televisão, em co-produção com a produtora paulista We Do Comunicação, estréia o documentário biográfico Raul Seixas – O Maluco Beleza. A produção traça a carreira do compositor, com depoimentos de amigos e de sua mulher, Kika Seixas e destaca o fascínio do músico por Elvis Presley, pelo rock norte-americano e o quanto ele se diferenciou do cenário musical brasileiro da década de 70. A atração vai ao ar no dia 11 de março, às 21h30. A direção é de Dimas de Oliveira.
Curiosidades da vida pessoal e da personalidade de Raul são retratadas por Kika Seixas, que fala com orgulho e satisfação dos cinco anos em que viveu com o músico. “Para ele, férias não existia”, conta a esposa sobre a dedicação do compositor ao trabalho e aos fãs, que chegavam até a participar de festas na residência do casal. Além dessas histórias curiosas, Kika também enaltece o talento de Raul como poeta e músico.
Já sua trajetória artística é relatada pelos amigos de estrada como, Wanderléa e Jerry Adriani, que lembram o início de carreira de Raul, suas primeiras conquistas, a relação do músico com o movimento da Jovem Guarda, que explodia na época. Jane Duboc lembra as parcerias de Raul com o escritor Paulo Coelho e sua afinidade com o músico quando o assunto era vida extra-terrestre.
O relato do amigo Silvio Passos, presidente do Raul Rock Clube, começa com a explicação sobre o nome da organização. A inspiração veio do fã-clube de Elvis, Elvis Rock Clube, no qual Raul era sócio. A carteirinha que prova a paixão pelo Rei do Rock é mostrada por Passos, que também revela outros objetos pessoais como roupas, o primeiro violão, cadernos de recortes, carteirinha escolar, entre outros, que fazem parte do acervo do clube.
Além da paixão por Elvis e pelo rock norte-americano, o documentário revela as outras influências musicais de Raul. Ele ouvia no rádio de Emilinha Borba à música cubana, mas odiava a MPB e a bossa-nova que ganhavam destaque na cena nacional. Kid Vinil analisa esse aspecto, lembrando que a verdadeira influência de Raul foi o tropicalismo, percebida quando a ele começa a misturar ritmos brasileiros em composições como Mosca na Sopa.
Marcelo Nova também comprova as tendências musicais de Raul e discursa sobre seu comportamento e a importância do compositor na história do rock brasileiro. Nova conta que não se identificava com nada que aparecia no cenário nacional, pois ouvia apenas rock pesado internacional. Até que apareceu o Raul, com letras inteligentes, de protesto, e inovações musicais. O amigo ainda lembra que ele não deixava de brigar com gravadora e empresários para atender suas expectativas.
Declarações narram ainda o fim da carreira de Raul, abreviada por doenças causadas pelo alcoolismo. Shows cancelados e momentos solitários se misturam com o coleguismo de companheiros de profissão. Nessa fase, Marcelo Nova, que estava com a carreira em alta, convidava o músico a participar de suas apresentações. Kika Seixas lembra que apesar de ter partido cedo, aos 44 anos, em 1989, o compositor ganha a cada dia mais fãs e admiradores. Uma prova é a última produção da ex-mulher, o DVD Baú do Raul, com cantores brasileiros interpretando as composições de Raul.
Serviço
Raul Seixas – O Maluco Beleza
Estréia: 11 de março, às 21h30
Reapresentações: dia 12/3, às 22 horas; dia 13/3, às 12h30; dia 14/3, às 18 horas; dia 15/3, às 14 horas; dia 16/3, às 18h30 e dia 17/3, à 1h30.Canais STV:
Em todo o Brasil - Sky canal 3, DirecTV canal 211, Tecsat canal 10, NET, Vivax, operadoras a cabo independentes e sinal aberto no Satélite B3 - receptor digital - freqüência 3768-V
NET Digital - canal 90 em São Paulo e Rio de Janeiro
Outros Estados: acessar o link canais no site www.redestv.com.br ou consultar a assessoria de imprensa.
perguntavam sua data de nascimento (28/6/45)
Próximo aos 60 anos que Raul Seixas completaria, a STV – Rede SescSenac de Televisão, em co-produção com a produtora paulista We Do Comunicação, estréia o documentário biográfico Raul Seixas – O Maluco Beleza. A produção traça a carreira do compositor, com depoimentos de amigos e de sua mulher, Kika Seixas e destaca o fascínio do músico por Elvis Presley, pelo rock norte-americano e o quanto ele se diferenciou do cenário musical brasileiro da década de 70. A atração vai ao ar no dia 11 de março, às 21h30. A direção é de Dimas de Oliveira.
Curiosidades da vida pessoal e da personalidade de Raul são retratadas por Kika Seixas, que fala com orgulho e satisfação dos cinco anos em que viveu com o músico. “Para ele, férias não existia”, conta a esposa sobre a dedicação do compositor ao trabalho e aos fãs, que chegavam até a participar de festas na residência do casal. Além dessas histórias curiosas, Kika também enaltece o talento de Raul como poeta e músico.
Já sua trajetória artística é relatada pelos amigos de estrada como, Wanderléa e Jerry Adriani, que lembram o início de carreira de Raul, suas primeiras conquistas, a relação do músico com o movimento da Jovem Guarda, que explodia na época. Jane Duboc lembra as parcerias de Raul com o escritor Paulo Coelho e sua afinidade com o músico quando o assunto era vida extra-terrestre.
O relato do amigo Silvio Passos, presidente do Raul Rock Clube, começa com a explicação sobre o nome da organização. A inspiração veio do fã-clube de Elvis, Elvis Rock Clube, no qual Raul era sócio. A carteirinha que prova a paixão pelo Rei do Rock é mostrada por Passos, que também revela outros objetos pessoais como roupas, o primeiro violão, cadernos de recortes, carteirinha escolar, entre outros, que fazem parte do acervo do clube.
Além da paixão por Elvis e pelo rock norte-americano, o documentário revela as outras influências musicais de Raul. Ele ouvia no rádio de Emilinha Borba à música cubana, mas odiava a MPB e a bossa-nova que ganhavam destaque na cena nacional. Kid Vinil analisa esse aspecto, lembrando que a verdadeira influência de Raul foi o tropicalismo, percebida quando a ele começa a misturar ritmos brasileiros em composições como Mosca na Sopa.
Marcelo Nova também comprova as tendências musicais de Raul e discursa sobre seu comportamento e a importância do compositor na história do rock brasileiro. Nova conta que não se identificava com nada que aparecia no cenário nacional, pois ouvia apenas rock pesado internacional. Até que apareceu o Raul, com letras inteligentes, de protesto, e inovações musicais. O amigo ainda lembra que ele não deixava de brigar com gravadora e empresários para atender suas expectativas.
Declarações narram ainda o fim da carreira de Raul, abreviada por doenças causadas pelo alcoolismo. Shows cancelados e momentos solitários se misturam com o coleguismo de companheiros de profissão. Nessa fase, Marcelo Nova, que estava com a carreira em alta, convidava o músico a participar de suas apresentações. Kika Seixas lembra que apesar de ter partido cedo, aos 44 anos, em 1989, o compositor ganha a cada dia mais fãs e admiradores. Uma prova é a última produção da ex-mulher, o DVD Baú do Raul, com cantores brasileiros interpretando as composições de Raul.
Serviço
Raul Seixas – O Maluco Beleza
Estréia: 11 de março, às 21h30
Reapresentações: dia 12/3, às 22 horas; dia 13/3, às 12h30; dia 14/3, às 18 horas; dia 15/3, às 14 horas; dia 16/3, às 18h30 e dia 17/3, à 1h30.Canais STV:
Em todo o Brasil - Sky canal 3, DirecTV canal 211, Tecsat canal 10, NET, Vivax, operadoras a cabo independentes e sinal aberto no Satélite B3 - receptor digital - freqüência 3768-V
NET Digital - canal 90 em São Paulo e Rio de Janeiro
Outros Estados: acessar o link canais no site www.redestv.com.br ou consultar a assessoria de imprensa.
Sylvio Passos fala sobre Raul Seixas
Sylvio Passos, presidente do fã clube de Raul Seixas, conta detalhes de sua convivência com o Maluco Beleza e fala da produção de filme sobre o cantor.
Curiosidades sobre Raul Seixas
Marcelo Duarte entrevista Mário Lucena um dos autores do livro "Metamorfose Ambulante", escrito para lebrar a morte dos 20 anos de Raul Seixas.
25 de set. de 2010
Trailer Filme Raul Seixas O Inicio O Fim e O Meio
Quando o filme for lançado havera sorteio de ingresso aqui =D
Raul Seixas se passa por imitador dele mesmo e toca violão em Vitória/ES (Imagem Inédita)
Raul Seixas se passa por imitador dele mesmo e se diverte pedindo dinheiro ao pessoal e tocando violão em Vitória/ES na Rua Sete. (1977)
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