Entre as dezenas de homenagens nos 20 anos de morte do cantor e compositor Raul Seixas, será lançado o livro "Raul Seixas-Metamorfose ambulante", escrito por Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza, com coordenação de Sylvio Passos, presidente do fã-clube do cantor.
O livro mostra um Raul que os fãs não conheceram. Seu fascínio por filosofia e a inspiração para músicas que revolucionaram o rock nacional, e a criação do "Maluco Beleza", reverenciado por antigos e novos admiradores de sua genialidade.
Sylvio Passos, que conviveu nove anos com Raul Seixas, comenta: "Nesse livro vamos ver que Raul conseguiu passar conceitos de filósofos, de Platão a Sartre, tendo obsessão pelo niilista alemão Arthur Schopenhauer e o hermético Crowley".
Até o final do mês estará nas bancas de todo o Brasil, o livro de revelações bombásticas: a relação de Raul com a filosofia (Schopenhauer, Crowley, Sartre etc), com os parceiros (Paulo, Cláudio, Motta etc), os assuntos que moveram a imprensa (disco voador, drogas, Jerry Lee, John Lennon etc), a ligação com a família e até com o capeta!
O livro traz como brinde o CD Alquimia, com 14 músicas da cantora portuguesa Carina Freitas, psiquiatra de adolescentes, que se apaixonou pelas letras e pelo som de Raul Seixas. Gravou "Canção para minha morte", escreveu "Alquimia, segredo guardado" em homenagem ao Raul, e a música se tornou tema de novela em Portugal.
Algumas revelações do livro:
- A metamorfose ocorre com a leitura do filósofo niilista Schopenhauer.
- Em 1968 citou Schopenhauer na composição Trem 103: Consciente de voltar por onde vim. O trem, a composição, veículo da morte-renascimento, torna-se presença constante na sua obra. Aparece com destaque em 1973 (A hora do trem passar) e em 1974 (Trem das sete). Em 1989, ano de sua morte, Raul expressou o desejo de mudar a direção do trem (Carpinteiro do universo).
- Em alguns momentos citou Protágoras, Sócrates, Platão, Sartre, mas suas principais fontes foram o hermético Crowley e o pessimista Schopenhauer.
- De Crowley, Raul abstraiu a proposta místico-liberal. Levou-a ao público a partir de 1974 como Sociedade Alternativa. Mesmo sem a benção da censura, recitava os versos da Lei de Thelema ou Lei da Vontade (de Crowley e Schopenhauer) em meio ao refrão da Sociedade.
- Mosca na sopa é Schopenhauer (Se a mosca, que agora zumbe em torno de mim, morre à noite, e na primavera zumbe outra mosca nascida do seu ovo, isso é em si a mesma coisa), mas para não deixar dúvida sobre sua fonte mais rica, em 1983 pegou do filósofo um trecho do capítulo Morte - do livro Dores do Mundo - para usar em Nuit: (Quão longa é a noite do tempo sem limites, comparada ao curto sonho da vida).
FICHA TÉCNICA
Livro - "Raul Seixas - Metamorfose Ambulante"
Autores - Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza
Coordenação - Sylvio Passos
Brinde - CD Alquimia de Carina Freitas (Funchal - Ilha da Madeira)
Editora: B&A
Páginas: 260
Preço: RS 29,90
Venda: banca de jornal
CAPA
30 de set. de 2010
27 de set. de 2010
Filme: Raul - O Início, o Fim e o Meio
Raul Seixas - O Início, o Fim e o Meio é um filme brasileiro de 2010 dirigido por Walter Carvalho e produção de Denis Feijão, com roteiro de Leonardo Gudel baseado na vida e obra do cantor Raul Seixas.
A estreia está prevista para 2010.
A estreia está prevista para 2010.
Sinopse
Documentário sobre vida e obra do maior ícone do rock brasileiro, desvendando suas diversas facetas, suas parcerias com Paulo Coelho, seus casamentos e seus fãs, que ele continua a mobilizar 20 anos depois de sua morte.
Cartaz do filme
26 de set. de 2010
Produção exibida pelo canal STV antecipa os 60 anos que o músico completaria em junho, com declarações de amigos e de sua esposa Kika Seixas
“Sou do ano em que soltaram a bomba atômica”, dizia Raul quando
perguntavam sua data de nascimento (28/6/45)
Próximo aos 60 anos que Raul Seixas completaria, a STV – Rede SescSenac de Televisão, em co-produção com a produtora paulista We Do Comunicação, estréia o documentário biográfico Raul Seixas – O Maluco Beleza. A produção traça a carreira do compositor, com depoimentos de amigos e de sua mulher, Kika Seixas e destaca o fascínio do músico por Elvis Presley, pelo rock norte-americano e o quanto ele se diferenciou do cenário musical brasileiro da década de 70. A atração vai ao ar no dia 11 de março, às 21h30. A direção é de Dimas de Oliveira.
Curiosidades da vida pessoal e da personalidade de Raul são retratadas por Kika Seixas, que fala com orgulho e satisfação dos cinco anos em que viveu com o músico. “Para ele, férias não existia”, conta a esposa sobre a dedicação do compositor ao trabalho e aos fãs, que chegavam até a participar de festas na residência do casal. Além dessas histórias curiosas, Kika também enaltece o talento de Raul como poeta e músico.
Já sua trajetória artística é relatada pelos amigos de estrada como, Wanderléa e Jerry Adriani, que lembram o início de carreira de Raul, suas primeiras conquistas, a relação do músico com o movimento da Jovem Guarda, que explodia na época. Jane Duboc lembra as parcerias de Raul com o escritor Paulo Coelho e sua afinidade com o músico quando o assunto era vida extra-terrestre.
O relato do amigo Silvio Passos, presidente do Raul Rock Clube, começa com a explicação sobre o nome da organização. A inspiração veio do fã-clube de Elvis, Elvis Rock Clube, no qual Raul era sócio. A carteirinha que prova a paixão pelo Rei do Rock é mostrada por Passos, que também revela outros objetos pessoais como roupas, o primeiro violão, cadernos de recortes, carteirinha escolar, entre outros, que fazem parte do acervo do clube.
Além da paixão por Elvis e pelo rock norte-americano, o documentário revela as outras influências musicais de Raul. Ele ouvia no rádio de Emilinha Borba à música cubana, mas odiava a MPB e a bossa-nova que ganhavam destaque na cena nacional. Kid Vinil analisa esse aspecto, lembrando que a verdadeira influência de Raul foi o tropicalismo, percebida quando a ele começa a misturar ritmos brasileiros em composições como Mosca na Sopa.
Marcelo Nova também comprova as tendências musicais de Raul e discursa sobre seu comportamento e a importância do compositor na história do rock brasileiro. Nova conta que não se identificava com nada que aparecia no cenário nacional, pois ouvia apenas rock pesado internacional. Até que apareceu o Raul, com letras inteligentes, de protesto, e inovações musicais. O amigo ainda lembra que ele não deixava de brigar com gravadora e empresários para atender suas expectativas.
Declarações narram ainda o fim da carreira de Raul, abreviada por doenças causadas pelo alcoolismo. Shows cancelados e momentos solitários se misturam com o coleguismo de companheiros de profissão. Nessa fase, Marcelo Nova, que estava com a carreira em alta, convidava o músico a participar de suas apresentações. Kika Seixas lembra que apesar de ter partido cedo, aos 44 anos, em 1989, o compositor ganha a cada dia mais fãs e admiradores. Uma prova é a última produção da ex-mulher, o DVD Baú do Raul, com cantores brasileiros interpretando as composições de Raul.
Serviço
Raul Seixas – O Maluco Beleza
Estréia: 11 de março, às 21h30
Reapresentações: dia 12/3, às 22 horas; dia 13/3, às 12h30; dia 14/3, às 18 horas; dia 15/3, às 14 horas; dia 16/3, às 18h30 e dia 17/3, à 1h30.Canais STV:
Em todo o Brasil - Sky canal 3, DirecTV canal 211, Tecsat canal 10, NET, Vivax, operadoras a cabo independentes e sinal aberto no Satélite B3 - receptor digital - freqüência 3768-V
NET Digital - canal 90 em São Paulo e Rio de Janeiro
Outros Estados: acessar o link canais no site www.redestv.com.br ou consultar a assessoria de imprensa.
perguntavam sua data de nascimento (28/6/45)
Próximo aos 60 anos que Raul Seixas completaria, a STV – Rede SescSenac de Televisão, em co-produção com a produtora paulista We Do Comunicação, estréia o documentário biográfico Raul Seixas – O Maluco Beleza. A produção traça a carreira do compositor, com depoimentos de amigos e de sua mulher, Kika Seixas e destaca o fascínio do músico por Elvis Presley, pelo rock norte-americano e o quanto ele se diferenciou do cenário musical brasileiro da década de 70. A atração vai ao ar no dia 11 de março, às 21h30. A direção é de Dimas de Oliveira.
Curiosidades da vida pessoal e da personalidade de Raul são retratadas por Kika Seixas, que fala com orgulho e satisfação dos cinco anos em que viveu com o músico. “Para ele, férias não existia”, conta a esposa sobre a dedicação do compositor ao trabalho e aos fãs, que chegavam até a participar de festas na residência do casal. Além dessas histórias curiosas, Kika também enaltece o talento de Raul como poeta e músico.
Já sua trajetória artística é relatada pelos amigos de estrada como, Wanderléa e Jerry Adriani, que lembram o início de carreira de Raul, suas primeiras conquistas, a relação do músico com o movimento da Jovem Guarda, que explodia na época. Jane Duboc lembra as parcerias de Raul com o escritor Paulo Coelho e sua afinidade com o músico quando o assunto era vida extra-terrestre.
O relato do amigo Silvio Passos, presidente do Raul Rock Clube, começa com a explicação sobre o nome da organização. A inspiração veio do fã-clube de Elvis, Elvis Rock Clube, no qual Raul era sócio. A carteirinha que prova a paixão pelo Rei do Rock é mostrada por Passos, que também revela outros objetos pessoais como roupas, o primeiro violão, cadernos de recortes, carteirinha escolar, entre outros, que fazem parte do acervo do clube.
Além da paixão por Elvis e pelo rock norte-americano, o documentário revela as outras influências musicais de Raul. Ele ouvia no rádio de Emilinha Borba à música cubana, mas odiava a MPB e a bossa-nova que ganhavam destaque na cena nacional. Kid Vinil analisa esse aspecto, lembrando que a verdadeira influência de Raul foi o tropicalismo, percebida quando a ele começa a misturar ritmos brasileiros em composições como Mosca na Sopa.
Marcelo Nova também comprova as tendências musicais de Raul e discursa sobre seu comportamento e a importância do compositor na história do rock brasileiro. Nova conta que não se identificava com nada que aparecia no cenário nacional, pois ouvia apenas rock pesado internacional. Até que apareceu o Raul, com letras inteligentes, de protesto, e inovações musicais. O amigo ainda lembra que ele não deixava de brigar com gravadora e empresários para atender suas expectativas.
Declarações narram ainda o fim da carreira de Raul, abreviada por doenças causadas pelo alcoolismo. Shows cancelados e momentos solitários se misturam com o coleguismo de companheiros de profissão. Nessa fase, Marcelo Nova, que estava com a carreira em alta, convidava o músico a participar de suas apresentações. Kika Seixas lembra que apesar de ter partido cedo, aos 44 anos, em 1989, o compositor ganha a cada dia mais fãs e admiradores. Uma prova é a última produção da ex-mulher, o DVD Baú do Raul, com cantores brasileiros interpretando as composições de Raul.
Serviço
Raul Seixas – O Maluco Beleza
Estréia: 11 de março, às 21h30
Reapresentações: dia 12/3, às 22 horas; dia 13/3, às 12h30; dia 14/3, às 18 horas; dia 15/3, às 14 horas; dia 16/3, às 18h30 e dia 17/3, à 1h30.Canais STV:
Em todo o Brasil - Sky canal 3, DirecTV canal 211, Tecsat canal 10, NET, Vivax, operadoras a cabo independentes e sinal aberto no Satélite B3 - receptor digital - freqüência 3768-V
NET Digital - canal 90 em São Paulo e Rio de Janeiro
Outros Estados: acessar o link canais no site www.redestv.com.br ou consultar a assessoria de imprensa.
Sylvio Passos fala sobre Raul Seixas
Sylvio Passos, presidente do fã clube de Raul Seixas, conta detalhes de sua convivência com o Maluco Beleza e fala da produção de filme sobre o cantor.
Curiosidades sobre Raul Seixas
Marcelo Duarte entrevista Mário Lucena um dos autores do livro "Metamorfose Ambulante", escrito para lebrar a morte dos 20 anos de Raul Seixas.
25 de set. de 2010
Trailer Filme Raul Seixas O Inicio O Fim e O Meio
Quando o filme for lançado havera sorteio de ingresso aqui =D
Raul Seixas se passa por imitador dele mesmo e toca violão em Vitória/ES (Imagem Inédita)
Raul Seixas se passa por imitador dele mesmo e se diverte pedindo dinheiro ao pessoal e tocando violão em Vitória/ES na Rua Sete. (1977)
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